March 2009
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Mar 11th
February 2009
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Feb 10th
Feb 3rd
January 2009
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Jan 8th
Jan 8th
Promissória ao Bom Deus José Paulo Paes [In: Socráticas] Não te amarei sobre todas as coisas, mas em cada uma delas, por mínima que seja. É o que compete aos poetas fazer. Não tomarei teu nome em vão, mesmo porque nome é coisa séria. Inclusive os feios que, ditos por dá cá aquela palha, perdem muito da sua eficácia. Guardarei os domingos e quantos dias de festa houver, que ninguém é de ferro,...
Jan 5th
Jan 5th
December 2008
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Dec 30th
Para servir de inspiração →
Por Janaína Salgado
Dec 30th
Nomes...
E eu também não tenho nome, e este é o meu nome. E porque me despersonalizo a ponto de não ter o meu nome, respondo cada vez que alguém disser: eu. Clarice Lispector [enviado por Rebecca]
Dec 29th
ListenFlying machines. Homiepie. enviado por Steffania...
Dec 29th
virginia →
Dec 26th
Dec 26th
Dec 26th
Dec 26th
Dec 24th
por detrás de cada pedra por detrás de cada homem por detrás de cada sombra o vento traz-me o teu rosto (roberto piva)
Dec 23rd
““É somente aceitando as coisas que podemos assumir uma atitude em relação...”
– 
Dec 23rd
Dec 23rd
WatchWatch
enviado por Steffania Paola
Dec 23rd
Dec 23rd
Dec 23rd
Dec 22nd
Dec 22nd
Dec 22nd
Dec 22nd
“Mostre uma obra de arte e muita gente dirá: ‘Não vejo nada’. Mas uma...”
– Louise Bourgeois. enviado por Carla Madeira.
Dec 22nd
Dec 22nd
não é só sobre o que se está vendo é sobre o que se está ouvindo quando se está vendo não é só sobre o que se está ouvindo quando se está vendo é sobre o que se está sentindo quando se está ouvindo o que se está vendo não é só sobre o que se está sentindo quando se está ouvindo o que se está vendo é sobre o que se pensa quando se está sentindo o que se está ouvindo quando se está vendo não é...
Dec 22nd
Dec 22nd
Dec 22nd
Dec 22nd
Listenenviado por Cris Guerra.
Dec 22nd
“Se te casas, arrependes-te; se não te casa, arrependes-te também; cases-te ou...”
– Soren Kierkegaard enviado por Cris Cortez.
Dec 22nd
Dec 19th
Dec 18th
Dec 18th
Dec 17th
Amor e morte “Deve ser por isso que fico (ficamos todos, acho) tão abalado quando, sem nenhuma preparação, ela acontece de repente. E então o espanto e odesamparo, a incompreensão também, invadem a suposta ordem inabalável doarrumado (e por isso mesmo ‘eterno’) cotidiano. A morte de  alguém conhecidoe/ou amado estupra essa precária arrumação, essa falsa eternidade. A morte...
Dec 17th
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Dec 16th
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